Castilho prepara audiência pública para discutir violência contra a mulher
Autoridades de Castilho planejam audiência pública sobre violência contra a mulher, marcada para 31 de março na Câmara de Vereadores.
Autoridades de Castilho planejam audiência pública sobre violência contra a mulher, marcada para 31 de março na Câmara de Vereadores.
Autoridades e representantes da rede de proteção social de Castilho se reuniram para organizar audiência pública sobre violência contra a mulher. O evento ocorrerá no dia 31 de março, na Câmara Municipal, visando discutir dados locais e propor melhorias no acolhimento às vítimas.
Na tarde da última quinta-feira, dia 13 de janeiro, representantes do poder público e da rede de atendimento social de Castilho (SP) se reuniram no Paço Municipal para a organização de uma importante audiência pública. O evento terá como foco a violência contra a mulher, tanto no âmbito nacional quanto com base em dados específicos do município.
O encontro, que teve caráter preparatório, contou com a participação de diversas autoridades locais e representantes de setores estratégicos ligados ao acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade.
A reunião foi marcada pela presença da primeira-dama Edileuza Boaventura, da presidente do Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG), Rosângela Maria Silva, e da vereadora Valéria Fávero, representando o Legislativo Municipal.
Também integraram a discussão representantes dos serviços da rede de proteção social básica e especializada, como técnicos do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).
Outras figuras relevantes presentes incluíram:
Esses profissionais discutiram a estrutura do evento, sua importância e a necessidade de engajamento da comunidade para tratar um tema tão delicado e atual.
A audiência pública foi agendada para o próximo 31 de março, às 19h, na Câmara de Vereadores de Castilho. O objetivo será promover um debate aberto sobre as formas de enfrentamento à violência contra a mulher, apresentando dados, relatos e discutindo a atuação da rede de apoio no município.
Durante o evento, serão abordados:
A presidente do CONSEG, Rosângela Maria Silva, destacou a gravidade da situação no município:
“É importante notar que Castilho tem um número alto de casos de violência contra a mulher, considerando o tamanho da cidade”, afirmou Rosângela.
Essa observação reforça a necessidade urgente de ações coordenadas entre os órgãos públicos, os setores da assistência social e o sistema de justiça para garantir o acolhimento e proteção das vítimas.
Ainda durante o encontro, a presidente do CONSEG informou que está sendo avaliada, em conjunto com a Polícia Civil e a Administração Municipal, a criação de um serviço de atendimento prioritário para mulheres vítimas de violência doméstica em Castilho.
A intenção da proposta é oferecer acolhimento mais especializado e eficiente às mulheres que vivem situações de risco ou violência, criando uma rede de suporte mais estruturada e sensível à realidade dessas vítimas.
“Queremos garantir que essas mulheres recebam atenção rápida e de qualidade, com escuta especializada e acolhimento digno”, comentou Rosângela.
Esse possível novo serviço representa um esforço integrado da Segurança Pública e da Assistência Social para enfrentar o problema de maneira mais eficaz e humanizada.
Com a audiência pública marcada, as autoridades reforçam a importância da participação popular no evento, que será aberto ao público e buscará ouvir a comunidade sobre suas experiências e demandas em relação ao tema.
A expectativa é que o encontro promova conscientização e engajamento social, além de permitir a construção de novas políticas públicas voltadas à prevenção e ao combate da violência de gênero na cidade.
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Conclusão: A reunião realizada no Paço Municipal de Castilho marca um passo importante na preparação de um debate profundo e necessário sobre a violência contra a mulher. Com a audiência pública prevista para o final de março, o município sinaliza sua disposição em enfrentar o problema por meio de diálogo com a sociedade e fortalecimento da rede de proteção às vítimas. A proposta de criar um atendimento prioritário voltado para mulheres em situação de violência representa um possível avanço significativo na estrutura de amparo municipal.
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