Pesquisas revelam até 110% de variação no preço de repelentes contra mosquitos
Estudo do Procon-SP mostra diferença de até 110% nos preços de repelentes em farmácias, destacando a importância de pesquisar antes de comprar.
Resumo da Notícia
O Procon-SP identificou variações de até 110% nos preços de repelentes nas farmácias, reforçando a necessidade de comparação antes da compra, especialmente na temporada de verão.

Variação de Preços de Repelentes de Insetos Atinge 110% Segundo Estudo do Procon-SP
Nesta época do ano, em que as temperaturas elevadas e as chuvas favorecem a proliferação de mosquitos transmissores de doenças como dengue, zika e chikungunya, o uso de repelentes de insetos torna-se uma medida fundamental de proteção à saúde. No entanto, uma pesquisa recente do Procon-SP revelou que os preços desses produtos podem variar substancialmente entre diferentes estabelecimentos, chegando a uma diferença de até 110%.
Detalhes da Pesquisa e Produtos mais Impactados
Realizada com base nos preços praticados por drogarias e farmácias acessados em seus sites no dia 15 de janeiro, a pesquisa detectou que a variação de valores é bastante expressiva em produtos comuns, especialmente os repelentes na forma de spray voltados ao público infantil. O levantamento identificou que um repelente spray infantil foi encontrado por R$ 39,90 em uma farmácia, enquanto em outra poderia custar até R$ 83,95 pelo mesmo produto, representando uma economia de R$ 44,05 ao adquirir o produto mais barato.
Além desse item, o estudo apontou que um repelente na embalagem de 100ml de uma marca específica apresentou uma diferença de preço que variava entre R$ 39,90 e R$ 81,90 entre diferentes pontos de venda. Essa disparidade evidencia a importância de pesquisar antes de efetuar a compra, especialmente em tempos de alta demanda, quando os preços tendem a subir.
Proteção Contra Mosquitos e a Importância do Uso de Repelentes
O uso regular de repelentes é considerado uma das estratégias mais eficazes para proteger a população das doenças transmitidas por mosquitos do gênero Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya. Apesar da existência de vacinas contra a dengue, atualmente disponíveis apenas em determinadas regiões e para públicos específicos, o uso de repelentes continua sendo imprescindível, sobretudo porque ainda não há vacina contra o vírus zika.
O repelente eficaz ajuda na prevenção das picadas do mosquito transmissor, principalmente aqueles que contêm ingredientes como DEET, icaridina e IR 3535. Estes componentes são reconhecidos por sua eficiência na proteção contra o Aedes aegypti", explica especialista ou órgão de saúde.
Além disso, o combate ao mosquito é reforçado por ações de combate ao mosquito adulto e larvas, mas o uso de repelentes permanece como uma barreira importante na rotina diária, particularmente durante o verão, período em que a incidência de doenças aumenta.
Recomendações do Procon para Consumidores
O Procon-SP recomenda que os consumidores sigam algumas orientações importantes antes de adquirir repelentes:
- Verifique se o produto possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), garantindo sua segurança e eficácia.
- Leia atentamente a composição do produto para identificar ingredientes que possam causar alergias ou reações adversas.
- Pesquise os preços em diferentes estabelecimentos físicos e online, levando em conta também os custos de frete ao fazer compras pela internet.
- Certifique-se de que o site de compra é confiável, verificando se não consta na lista de sites não-confiáveis do próprio Procon, disponível aqui.
Conclusão
Diante das variações de preço evidenciadas pelo levantamento, consumidores devem estar atentos ao momento de compra de repelentes, especialmente em período de alta demanda. A comparação de preços é uma estratégia que pode resultar em economia significativa, além de garantir a aquisição de produtos seguros e eficazes. A prevenção, aliada ao uso correto de repelentes e às ações de combate ao mosquito, permanece como a melhor estratégia para evitar as doenças transmitidas por esses vetores durante o verão brasileiro, momento de maior risco para a proliferação desses vírus.
Fique atento às orientações de saúde e às recomendações do Procon para garantir uma escolha segura e econômica neste período.
Redação Perto de Você
Equipe de redação do Perto de Você.





